Categorias
Sem categoria

Plano de saúde e pandemia: como negociar com a operadora durante a crise da COVID-19?

Plano de saúde e pandemia: como negociar com a operadora durante a crise da COVID-19?

scott-graham-5fNmWej4tAA-unsplash

Ao contrário da flexibilização das condições de pagamentos de carros, casas e empréstimos durante a pandemia do novo coronavírus, beneficiários do plano de saúde lidam com o enrijecimento das condições que possibilitam a renegociação de contratos e a continuidade do benefício em meio a pandemia da COVID-19, que impactou nas condições financeiras de pessoas físicas e empresas. 

Atualmente, em casos de inadimplência que somem 60 dias, consecutivos ou não, nos últimos doze meses, podem resultar no cancelamento do plano para os beneficiários de planos individuais e familiares. Em contraponto, o cancelamento do plano de saúde empresarial ocorre respeitando as determinações previstas em contrato, sobretudo, em casos de inadimplência. Sendo ambos os cenários respaldados por lei.

Entretanto, vivemos um momento sem precedentes na era pós moderna e ainda estamos aprendendo a como lidar com essa adversidade, como a crise atual afeta diretamente as questões de saúde, é natural que haja uma sobrecarga no uso dos benefícios, o que tem impactado na postura das operadoras e dividido a lei.

Para isso, seja você um beneficiário individual ou o gestor do plano de saúde para empresa, fique atento às seguintes dicas de como se adaptar e negociar com as operadoras.

 

Parcele a mensalidade 

Caso a sua conta não esteja fechando no final do mês ou você esteja tendo de lidar com imprevistos pontuais, uma alternativa pode ser verificar com a sua operadora a possibilidade de parcelar a mensalidade do plano e evitar o cancelamento do mesmo. Entretanto, tomar essa decisão exige cautela, é preciso ter noção de qual será o seu cenário financeiro nos meses posteriores, ou seja, do quanto irá receber ou de quais contas terão seu parcelamento finalizado, assim você impede que a situação se repita e gere uma bola de neve.

 

Opte por regredir o seu plano

Migrar para um plano de saúde inferior ao atual é uma alternativa mais fácil de ser negociada com qualquer operadora. Entretanto, esse movimento deve respeitar o seu quadro de saúde atual ou o perfil da sua empresa, assim como, o risco da profissão. Dessa forma, você consegue conferir uma amenidade temporária ao seu orçamento, podendo retornar ao modelo anterior num período mais oportuno.   

 

Faça a portabilidade do plano

Está previsto pela Agência Nacional de Saúde (ANS) o direito à portabilidade do plano com carência, ou seja, nessa alternativa você migra o seu benefício para outra operadora e o tempo de carência batido é ajustado às condições do plano e da nova operadora escolhidos. Assim, não é necessário aguardar período algum para receber atendimento ou dar continuidade a tratamentos. Para que a portabilidade seja bem sucedida, basta respeitar os critérios estabelecidos como a opção por um produto compatível com o inferior. A medida também vale para planos coletivos, contudo, a existência de beneficiários com idosos ou enfermos pode dificultar a portabilidade. 

 

Conte com um intermediário

Essa alternativa vale mais para casos de plano de saúde empresarial, no qual a empresa pode contar com uma consultoria especializada em gestão e negociação de benefícios em saúde. Dessa forma, a corporação conta com a gestão de risco da consultoria, capaz de prever quadros futuros influenciados pelo macro e microambiente. As consultorias especializadas acompanham todo e qualquer movimento que interfira nas questões de saúde: alterações de leis, contratos, mudanças na ANS e operadoras, saúde pública e muito mais. Por dominarem tudo o que diz respeito aos trâmites das operadoras e das leis, a capacidade de negociação com os planos, do gerenciamento e da adequação das necessidades da empresa com o produto ideal são incontestáveis. A Joll é uma dessas especialistas que se diferencia pelo seu jeito único de gostar de gente, sempre conciliando as necessidades dos colaboradores com as condições da empresa.  

Compartilhe este post

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Inscreva-se na nossa Newsletter

Contato

Categorias
Sem categoria

Sinistralidade no plano de saúde: como calcular e reduzi-la.

Sinistralidade no plano de saúde: como calcular e reduzi-la.

standsome-worklifestyle-RU7vPdqgQ_4-unsplash

A assistência médica é considerado, por muitos, o principal benefício oferecido por uma empresa, pois oferece maior qualidade de vida e segurança aos seus beneficiários e dependentes. Em contrapartida, o alto índice de sinistralidade do plano de saúde eleva os custos desse serviço anualmente e impacta diretamente o orçamento da empresa.

Fica então o questionamento, como equilibrar a necessidade de proteger o colaborador com um benefício tão essencial e preservar o financeiro da companhia? Mas antes de explorarmos o nosso tópico principal, vamos compreender o básico.

O que é a sinistralidade no plano de saúde?

Sinistralidade do plano de saúde é o índice gerado pelos sinistros. Sinistro é o custo gerado para empresa cada vez que o plano de saúde é acionado. Em outras palavras, a sinistralidade corresponde à relação entre o número de procedimentos utilizados pelo beneficiário e o custo pago pela empresa ao plano de saúde. Cada procedimento realizado pelo beneficiário resulta portanto em um sinistro.

Como é calculado a sinistralidade no plano de saúde?

O índice de sinistralidade é um dos fatores previstos em contrato, essa cláusula é estipulada na concepção do acordo e serve como base para o reajuste do plano de saúde empresarial ou coletivo por adesão que respeita o aniversário do contrato. A operadora realiza uma análise retrógrada para relacionar as despesas assistenciais com a receita direta do plano, ou seja, quanto foi gasto em procedimentos pela empresa e quanto foi pago por ela. Essa análise retrógrada corresponde ao intervalo entre um aniversário e outro do contrato, ou seja, 12 meses. 

De modo que, a ultrapassagem dos valores estipulados em acordo irá interferir diretamente se haverá ou não reajuste e em quanto ficará o seu percentual. Para calcular a sinistralidade do seu plano de saúde e saber como ele está em relação ao que foi estabelecido em seu contrato, siga o exemplo a seguir:

Primeiro colete as seguintes informações:

  • sinistro: valor dos custos com os beneficiários;
  • prêmio: receita que a operadora recebeu pelo contrato

Para calcular a sinistralidade no plano de saúde divida o valor dos sinistros pelo prêmio e multiplique por 100. Quanto maior for a porcentagem, maior será o índice de sinistralidade. Como esse fator é primordial para o cálculo do reajuste do plano de saúde, se ele estiver muito elevado, isso indicará a mesma tendência para o reajuste.

Ou seja, se a companhia pagou durante um ano R$ 125.000,00 em prêmio e os beneficiários gastaram R$193.000,00 no mesmo período, isso indica que o índice da sinistralidade será:

193.000/125.000 x 100 = 154%

Pronto. Agora você está preparado para ficar de olho nesse importante termômetro que afeta a receita da companhia e pode revelar quadros internos preocupantes como o uso inconsequente do serviço ou índices alarmantes de colaboradores adoecidos que exigem estratégias de prevenção e cuidado.

Vale ressaltar ainda que, independente do índice da sua sinistralidade, os contratos médicos também preveem reajuste financeiro anual, o VCMHL que é a variação dos custos médicos hospitalares e laboratoriais.

Como reduzir a sinistralidade no plano de saúde empresarial?

Combater e prevenir os altos índices de sinistralidade deveria estar dentro da agenda interna da empresa, afinal o seu controle faz parte do interesse de todos. Ainda que a empresa arque com uma parcela dos custos do plano de saúde, é comum que os colaboradores tenham descontado da folha de pagamento um percentual pela adesão do serviço. Sendo este custo ainda maior para o empregador quando há dependentes adicionados ao seu benefício. Assim, os reajustes afetam ambas as partes contratantes, empregador e empregado.

Por isso, a conscientização na hora de usar beneficia todas as partes e sendo a organização uma delas, é importante que ela se coloque como a responsável por evocar medidas que previnam os altos índices de reajuste. 

Práticas como a criação de programas internos para prevenção dos principais males que afligem a população: diabetes, hipertensão, depressão e ansiedade. Você pode implementar uma ação semestral para testar os índices de glicose e pressão arterial dos colabores, convidar profissionais da saúde para realizarem palestras e principalmente, construir um ambiente de trabalho saudável que reconheça a importância dos cuidados da saúde mental. 

Surgiram outras dúvidas? Acha que está na hora de trocar o seu plano de saúde empresarial ou renegociá-lo?  A Joll é a consultoria certa para cooperar com você nesse momento e na gestão dos seus benefícios em saúde. Entre em contato, teremos prazer em ajudar!

Compartilhe este post

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Inscreva-se na nossa Newsletter

Contato

Categorias
Sem categoria

O que você precisa saber sobre o seguro de vida empresarial

O que você precisa saber sobre o seguro de vida empresarial

tyler-nix-V3dHmb1MOXM-unsplash

Imprevistos acontecem constantemente em nossas rotinas e o mesmo não é diferente quando o assunto é a gestão de uma companhia. As empresas são passíveis de enfrentarem adversidades de diferentes cunhos: incêndios, desastres naturais, acidentes de trabalho, processos judiciais inesperados, perda e invalidez de seus colaboradores. 

Em todos os cenários, o eixo empresa-colaborador padece de algum modo. Felizmente, existe uma categoria de seguros que funcionam como uma espécie de plano de saúde do patrimônio empresarial e de seus colaboradores, prevenindo e impedindo que os prejuízos em qualquer cenário adverso cause danos que comprometam a continuidade da corporação. Sendo esse tipo de seguro empresarial que exploraremos a seguir.

O que é seguro de vida empresarial?

Pensado para resguardar a integridade do colaborador e da empresa, o seguro de vida empresarial é uma solução que parte da premissa que, imprevistos acontecem e que a melhor forma lidar com o inesperado é preparando um cenário ameno com recursos que auxiliem os familiares do colaborador a superarem a perda do ente querido com o desfrute de maior segurança para encarar a adversidade.

Portanto, o seguro empresarial faz parte de uma categoria de seguros que tem como objetivo resguardar a corporação dos mais diferentes tipos de riscos, podendo contemplar desde o corpo de colaboradores até o patrimônio físico da companhia. Assegurando que cenários adversos não comprometeram a continuidade da corporação.

Desse modo, o seguro funciona como um aliado para o empregador, pois já o compromete em caso de eventos inesperados evitando maiores prejuízos e desgaste da corporação. Vale ressaltar que, qualquer empresa, incluindo prestadoras de serviços, podem contratar o seguro, de modo que os custos podem ter ou não a participação do colaborador e seus valores podem ser deduzidos no imposto de renda de ambas as partes. Além disso, o benefício pode contemplar cônjuges e filhos do funcionário beneficiado.

Assim como outros benefícios e seguro para empresas é possível encontrar diversas opções personalizadas para cada perfil empresarial no mercado, com suas próprias particularidades e diferenciais.

Quais são os tipos de seguro disponíveis no mercado?

Cada seguro corporativo apresenta especificidades próprias para atender as diferentes demandas do mercado. Entre as principais modalidades estão:

Seguro patrimonial

Assegura a proteção dos bens da companhia contra incêndios, acidentes naturais, roubos e furtos, desastres naturais, locação, isto é, aluguel e responsabilidade civil, ou seja, em caso de ações judiciais ou danos involuntários causados por terceiros, sempre de acordo com o que estiver previsto nas apólices do seguro. 

Seguro saúde

Comumente confundido com o plano de saúde, essa categoria tem como diferencial a amplitude do contrato, no seguro saúde o beneficiário escolhe os profissionais, laboratórios e hospitais de sua preferência e recebe um reembolso previsto em contrato. Nessa modalidade, o cliente paga uma mensalidade que varia de acordo com o potencial risco de custos futuros. Entretanto, assim como, o plano de saúde, o seguro saúde também possui um período de carência estipulado nas diretrizes do contrato.

Seguro de vida em grupo

Contratado por empresas que se preocupam com o bem estar dos seus profissionais e visam lidar com imprevistos da forma mais humana e benéfica possível para ambas as partes, essa modalidade assegura a proteção de um corpo de colaboradores em caso de morte ou invalidez.

Como funciona o seguro de vida empresarial?

As características da contratação do seguro de vida em grupo consideram a área de atuação da empresa, os riscos envolvendo o segmento da empresa contratante, o porte, o número de beneficiados, o financeiro da empresa em questão. A partir disso, em contrato, estará previsto todas as situações de abrangência do seguro de vida para funcionários.

Normalmente, a vigência do contrato é de um ano, podendo ser estendida ou contratada por períodos maiores. Essa é uma característica flexível, assim como outras pontuações do contrato. Todas as especificidades devem ser tratadas diretamente com o corretor.

Entretanto, existem dois modelos de contratação padrão: 

Não contributário, quando a empresa assume o valor integral do prêmio.

Contributário, quando a empresa divide com o colaborador a responsabilidade financeira do seguro e este paga parte do serviço ao lado da organização, geralmente descontado em folha.

Independente do modelo da contratação, a companhia é sempre a responsável pelo contrato, enquanto os colaboradores figuram como segurados da apólice. 

Com dúvidas ou pensando em contratar um seguro para a sua empresa?

A Joll te auxilia na escolha, negociação e gestão do seguro para proteger sua empresa e colaboradores. Após uma avaliação minuciosa de todos os indicadores necessários, definiremos os seguros de vida em grupo ideal para o perfil da sua companhia, negociando as especificidades e valores de acordo com as características da corporação e prestando todo auxílio na gestão mesmo após a contratação. Entre em contato conosco! Nosso atendimento humanizado terá o maior prazer em ajudar!

Compartilhe este post

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Inscreva-se na nossa Newsletter

Contato

Categorias
Sem categoria

Plano de saúde empresarial: guia completo para escolher o melhor para sua empresa

Plano de saúde empresarial: guia completo para escolher o melhor para sua empresa

jeshoots-com-fzOITuS1DIQ-unsplash

Mesmo se tratando de um produto popular no Brasil, o plano de saúde empresarial possui diversas características e causa muitas dúvidas entre os empresários e responsáveis pela sua contratação dentro das empresas. Por isso, a Joll Consultoria irá responder uma série de dúvidas frequentes, para que vocês possam ter mais informações na hora de contratar o seu.

O que é plano de saúde empresarial?

 

É o plano de saúde que tem como contratante a empresa que possua CNPJ ou MEI.

Os planos empresariais podem se diferenciar pela quantidade de vidas que ele possui. Empresas até 29 vidas podem ter carências pré estabelecidas por lei. O que algumas operadoras fazem é reduzir parte das carências para quem já possui plano anterior. No entanto, é importante informar que parto (300 dias) e doenças pré-existentes (24 meses) são coberturas que dificilmente terão suas carências reduzidas.

Empresas acima de 30 vidas não podem ter carências por determinação da lei 9656/98. No entanto, há uma divisão entre essas empresas. Empresas de 30 vidas até 100 ou 200(em algumas operadoras), são consideradas de pequeno e médio porte e costumam ter seus preços diferentes para cada faixa etária. Além disso, na maioria das operadoras, o reajuste é feito com base no resultado do conjunto de pequenas e médias empresas chamado de “pool de empresas”.

As empresas com mais de 100 ou 200 vidas, possuem características diferentes como preço médio para todos os participantes por plano e reajuste com base no próprio resultado da empresa.

Na MEI o plano pode ser contratado desde que a empresa possua pelo menos 6 meses de criação. Já o CNPJ assim que criado, já pode contratar um plano de saúde empresarial.

Outra diferença entre elas é que o CNPJ pode ter diversos funcionários. A MEI possui uma característica mais familiar onde há o titular e seus dependentes.

Quais os benefícios de ter um plano de saúde empresarial?

 

A adesão de um plano de saúde empresarial traz benefícios não só para os funcionários, mas também para a corporação que adota estrategicamente esse tipo de benefício. Afinal, esse é um adicional que aproxima o colaborador da empresa e demonstra um cuidado genuíno do empregador com o empregado. Entre os benefícios de adotar estrategicamente um plano de saúde corporativo estão:

 

Redução de impostos para o empregador e o funcionário

É possível utilizar os incentivos fiscais na redução de impostos pagos pela empresa. Acrescentar as informações do benefício de saúde na declaração do imposto de renda, por exemplo, resulta em desconto direto para ambas as partes envolvidas.

 

Retenção de talentos

A facilidade no atendimento e a agilidade no desfrute desse benefício proporcionam maior sensação de segurança para o colaborador, afinal o medo de perecer à espera do atendimento público se encerra e o beneficiário tem um motivo a mais para permanecer na empresa e se dedicar, pois sente-se cuidado.

 

Estímulo para pequenas empresas

Cada vez mais pequenas empresas oferecem esse diferencial que as tornam tão atrativas quanto empresas de médio e grande porte. Inúmeros fatores pesam na escolha do colaborador, mas nenhum tem tanto impacto na sua decisão como a remuneração e benefícios de saúde e alimentação. Além disso, adotar um plano de saúde empresarial no início é um indicativo de uma empresa em crescimento que entende que crescer está associado à cuidar de seus funcionários.  

 

Mais econômico que aquisição do plano por adesão

Quando o beneficiário é vinculado à pessoa jurídica em função da classe, setor ou profissão, como profissões que oferecem sindicatos e ordens como a dos advogados e engenheiros, existe a possibilidade de aderir a um plano de saúde por adesão, entretanto, essa tática continua sendo menos vantajosa que o plano de saúde empresarial, porque o plano de saúde empresarial confere a possibilidade de um reajuste mais benéfico que o plano de saúde individual ou por adesão. 

 

Como funciona o reajuste do plano empresarial?

É completamente normal que os gestores tenham dúvidas quando o assunto é o reajuste do plano de saúde empresarial e o seu cálculo. Esse processo pode ocorrer de duas formas: um reajuste anual, no aniversário do contrato ou por faixa etária, quando o seu beneficiário migra para uma outra categoria, a partir dos critérios estabelecidos no contrato.

Os cálculos de índices irão variar de acordo com o número de vidas beneficiadas e você pode conferir o demonstrativo completo baixando o nosso ebook no final da leitura.

Quais são as coberturas obrigatórias no plano de saúde empresarial?

Existe uma gama de procedimentos de cobertura obrigatória estabelecidos pela ANS, que incluem exames, atendimento, cirurgias e mais. Todos foram definidos em 1999, quando entrou em vigor a Lei de Planos de Saúde (Lei 9.656/98) e são válidos para contratos realizados a partir desta data. Clique aqui para conferir a listagem oficial da cobertura definida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

 

Quais são os portes empresariais no plano de saúde?

O plano de saúde empresarial pode ser adotado para empresas que contabilizam ao menos 2 vidas em seu corpo de colaboradores. Existindo planos próprios para contemplar corporações que tenham a partir de 2 vidas ou a partir de 100 vidas, por exemplo.

 

Quais são os tipos de plano de saúde empresarial?

Existem inúmeros tipos de coberturas assistenciais e é muito importante estar atento sobre a cobertura da sua. A segmentação assistencial do seu plano engloba a composição de sua cobertura, cada segmentação detém uma série de procedimentos com cobertura obrigatória presente no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde definidos pela ANS. O seu plano pode ser: 

 

Plano Referência

Assegurado pela Lei n° 9.656/98, o Plano Referência provém assistência médico-ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria. Assegura atendimento de urgência e emergência após 24h de sua contratação.

 

Cobertura Ambulatorial

Oferece consultas ilimitadas em ambulatórios e consultórios, assegurando exames e procedimentos ambulatoriais, até mesmo os realizados por clínicas e consultórios. Procedimentos especiais como hemodiálise, diálises, quimioterapias,hemoterapia e radioterapia. Assegura também procedimentos e atendimentos urgentes nas primeiras 12 horas.

 

Cobertura Hospitalar sem obstetrícia

Confere ao beneficiário o direito a internações ilimitadas, incluindo UTI, exames médicos e tratamentos como anestesia, salas cirúrgicas, quimioterapia, transfusões e materiais utilizados no período da internação.

 

Cobertura Hospitalar com obstetrícia

Além dos benefícios descritos na cobertura anterior, essa categoria ainda inclui exames de pré-natal, assistência no parto e ao bebê, mesmo se ele for adotado e garante também a possibilidade de adicionar o recém nascido como dependente no plano da mãe.

 

Cobertura saúde odontológica

Categoria voltada para o tratamento da saúde bucal que assegura exames odontológicos simples como endodontia, exames radiológicos, periodontia, cirurgias menores com anestesia local, atendimento de urgência e emergência.

 

Compartilhe este post

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Inscreva-se na nossa Newsletter

Contato